Paciente é arrastado de ambulância e morto a tiros na BR-232

Do JConline / Foto ilustrativa

Um homem foi morto a tiros enquanto era socorrido por uma ambulância na rodovia BR-232, na cidade de Moreno, no Grande Recife, na noite desse sábado (27). Alexandre Marcos dos Prazeres, de 29 anos, já havia sido alvo de um ataque horas antes de ser morto.

De acordo com a Polícia Militar, na tarde do sábado, a vítima jogava futebol em um campo do bairro de Cajueiro, em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, quando um carro branco de modelo Pálio se aproximou do local por volta das 18h20. Ao menos, dois homens desceram e efetuaram disparos contra Alexandre que ficou ferido com um tiro no ombro e outro no braço direito. Em seguida, os bandidos fugiram.

Ferido, Alexandre foi socorrido e levado para o Hospital João Murilo, em Vitória, onde recebeu os primeiros socorros. Horas depois, os médicos da unidade de saúde decidiram transferir a vítima para o Hospital Getúlio Vargas, no Recife.

Segundo ataque

Por volta das 21h20, quando a ambulância que fazia a transferência de Alexandre passava pela rodovia BR-232, na altura da cidade de Moreno, já na Região Metropolitana do Recife, um carro vermelho de modelo Celta interceptou o veículo onde a vítima estava.

Segundo o registro da Polícia Militar, dois homens que estavam no Celta desceram e retiraram Alexandre de dentro da ambulância. Em seguida, os bandidos abriram fogo e atiraram contra o homem, que já estava baleado pelo atentando sofrido horas antes. Ao constatar a morte da vítima, os criminosos fugiram.

A Polícia Militar não soube informar com quantas pessoas Alexandre estava dentro da ambulância no momento da emboscada. Também não se sabe precisar se o crime foi cometido pelos mesmo homens que atiraram contra a vítima horas antes no campo de futebol onde Alexandre jovaga bola. A PM também não registrou o calibre das balas que mataram a vítima.

O Instituto de Criminalística foi até o local do crime e uma perícia foi realizada. A Polícia Civil de Pernambuco, por meio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), deve investigar o caso.

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