Deputado apela para que ministro recue sobre privatização da Chesf

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Em apelo ao ministro Fernando Filho (Minas e Energia), o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, Danilo Cabral (PSB), pediu que o governo, assim como aconteceu com a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), reveja a privatização da Eletrobrás, especialmente da Companhia Hidrelétrica do São Francisco.

“Que o recuo no caso da Renca, fruto da ausência de diálogo, sirva de exemplo no debate da Chesf. Se não dialogar, a força do povo vai fazer você recuar novamente. Não manche sua biografia colocando sua digital na venda do São Francisco”, declarou Danilo Cabral durante audiência pública realizada nesta terça-feira (26) na Câmara dos Deputados, com a presença do ministro.

Para o parlamentar, a revogação do decreto da Renca, publicada no Diário Oficial da União hoje, é a síntese do que pode ocorrer com a proposta de venda do sistema energético do País. “É consenso entre os parlamentares que esse debate precisa ser aprofundado, que o governo precisa dialogar com a sociedade. Não se vende um patrimônio nacional dessa forma, sem a participação dos brasileiros”, criticou.

Danilo Cabral ressaltou que o debate sobre a privatização da Eletrobrás é suprapartidário, inclusive com a posição contrária à proposta de integrantes da base governista. Ele lembrou que a Frente Parlamentar em Defesa da Chesf conta com a participação de mais de 200 deputados, todos buscando atender os interesses do Brasil e lutando pela soberania do País. E destacou que a mobilização popular contra a venda da Companhia está crescendo, com eventos e ações em todos os estados, inclusive com apoio dos nove governadores do Nordeste que já se posicionaram contra o governo.

Foto: Chico Ferreira

Nesta terça(26) mais um capítulo da novela, “As contas da ex prefeita Rose Garziera” estará em pauta na Câmara de vereadores de Lagoa Grande(PE)

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Em Lagoa Grande(PE) nesta terça(26), a Casa Zeferino Nunes estará apresentando mais um capítulo da novela, “As contas da ex prefeita Rose Garziera”, onde mais uma vez estará em pauta gerando expectativa para ser votada nesta noite.

Esta é uma novela, onde somente a população não vem assistindo o que vem acontecendo nos bastidores de cada capítulo e, diretamente somente a população vem sendo prejudicada.

Levando com a barriga e negociações, a votação das contas da ex prefeita dos exercícios 2009  e 2010, já vem se arrastando e segue se sustentando em pilares de manobras políticas pelos vereadores  da situação, Alvanir Gomes(PSD), Mantena(PMN), Josafá(PMDB), Fernando Angelim(PPS), Nena Gato(PMN) e Edneuza Lafaiete(PTB).

A mesa diretora da casa, estar impedida de colocar projetos importantes e que são de interesse e a benefício da população, pois enquanto não acontecer a votação das contas da ex prefeita, a pauta fica trancada, para o debate de outros projetos.

Os vereadores poderiam estar debatendo o projeto de Redução da Taxa de Iluminação, Regulamentação do salário dos Administrativos, debate sobre Adutora de Jutai entre outros, isso devido a falta de compromisso de vereadores que se elegeram para defender os interesses de uma população, no entanto, neste aspecto vem demonstrando apenas interesses próprios e particulares.

De acordo com os bastidores, fatos e artifícios vem acontecendo entre manobras para retardar a votação, como a obstrução da votação, onde vereadores não comparecem a sessão para que não haja o quórum necessário para que a presidente coloque em votação as referidas contas.

Tais fatos acontecem às escondidas dos olhos de uma população que votou e credenciou figuras para a representar em defesa dos seus direitos e, no entanto, decepciona diante de estarem se submetendo a tais posturas e atitudes.

Na última sessão as cadeiras dos seis vereadores da situação, ficaram vazias pela ausência de todos eles, impedindo a votação das contas da ex prefeita Rose Garziera.

Os vereadores usando de artimanha, descumprem o que determina o Ministério Público de Contas que analisou e constatou várias irregularidades cometidas pela ex gestora no âmbito da sua gestão e deve ser responsabilizada e penalizada nos rigores que determina a lei, assim como, a recomendação do Ministério Público de Contas é pela reprovação das contas, o que a tornará inelegível.

Vale destacar que tal processo se deu através de denúncias feitas pelos vereadores da oposição na época, Joaquim da Rocinha, Dotor de Iolanda, Erasmo Farias e Carlinhos Ramos, na denúncia entre outros atos, a ex gestora responde por irregularidades na contratação de bandas na realização da Vinhuva Fest.

Será que na sessão desta terça(26), a falta de compromisso com o povo e a transparência no cumprimento da lei se repetirá? Vamos aguardar para confirmar.

Para serem aprovadas, as contas da ex prefeita precisa de 08 votos favoráveis e já conta com 6, dos Vereadores, Alvanir Gomes(PSD), Mantena(PMN), Josafá(PMDB), Fernando Angelim(PPS), Nena Gato(PMN) e Edneuza Lafaiete(PTB).

Como perguntar não ofende: O que será que vem acontecendo nos bastidores? E o que acha disso a população Lagoagradense?

Com a palavra eles.

Vereador Mantena diz que tem integrantes do governo de Cappellaro ainda estão perdidos e precisam se acharem

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Recentemente o vereador e líder da bancada da situação na Casa Zeferino Nunes,  Mantena(PMN) em reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável(CMDRS), ao criticar forma em que foram escolhido membros para compor o Conselho de Meio Ambiente, mandou indiretas a alguns integrantes do governo de Vilmar Cappellaro(PMDB).

afirmando que o governo estaria aberto para fazer parcerias, Mantena mesmo sendo líder do governo e aliado foi enfático sem citar nomes, alfinetou integrantes do governo de Vilmar Cappellaro em Lagoa Grande.

“Tem alguns integrantes do governo que precisa se achar ainda no governo, porque parece que tá meio perdido”, alfinetou o vereador Mantena.

Denúncia contra Temer será lida hoje à tarde na Câmara

Maia vai aguardar antes de avaliar outras medidas

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que vai começar a decidir sobre os pedidos de impeachment protocolados na Casa após a apreciação da segunda denúnciacontra o presidente Michel Temer. A peça de acusação da Procuradoria-Geral da República será lida nesta segunda-feira (25), à tarde, no plenário da Câmara. Para que a ação não prossiga no Supremo Tribunal Federal (STF), Temer precisa do apoio de 172 deputados.

“Depois da segunda denúncia, eu vou começar a decidir pelos (pedidos de) impeachment”, disse Maia, em entrevista gravada na sexta-feira e exibida na madrugada desta segunda-feira no programa Canal Livre, da TV Bandeirantes. “Acho que as duas denúncias são suficientes para tratar desse assunto, os (pedidos de) impeachment serão redundância”, afirmou. Para Maia, a denúncia pode ter sua tramitação finalizada na Câmara em “três, quatro semanas”.

O parlamentar avaliou que o presidente, por um lado, terá mais dificuldade para enfrentar a segunda denúncia por causa da base aliada mais enfraquecida. Na primeira acusação, a Câmara barrou o processo com o apoio de 263 deputados, em agosto. Por outro lado, segundo Maia, Temer poderá se beneficiar dos problemas verificados na delação da JBS. “Talvez uma coisa possa neutralizar a outra”, afirmou Maia.

“Facada”. A entrevista à TV Bandeirantes foi dada no final da semana em que Maia veio a público reclamar que estava levando “facada nas costas” do PMDB pelo assédio do partido sobre deputados do PSB que negociavam migração para o DEM. Ao Canal Livre, no entanto, o presidente da Câmara declarou lealdade a Temer, ao afirmar que não conspira contra o presidente, que não é pré-candidato à Presidência e que trabalha com a hipótese de o peemedebista concluir seu governo.

Maia voltou a afirmar que o governo tentou influenciar um “enfraquecimento” do DEM com a filiação do senador Fernando Bezerra Coelho (PE). O deputado citou a presença dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) na cerimônia de filiação de Coelho. “Se isso não é participação do governo com 3% de ótimo e bom para tentar influenciar um enfraquecimento do DEM, eu não sei o que é.”

Maia disse que trouxe a situação à tona porque quer “ajudar” o governo a superar os problemas e tocar a agenda de reformas no Congresso. “O incidente está superado? Eu já coloquei o problema só vai estar superado quando o PMDB entender que a prioridade do partido não deveria ser fortalecer o PMDB, deveria ser fortalecer o governo na situação que o governo tem hoje”, afirmou o presidente da Câmara. “Eu não estou distante do governo, a agenda do governo é a minha agenda”, enfatizou.

Previdência. O deputado afirmou também que não há “clima” para votar a reforma da Previdência após as denúncias contra Temer. “A gente tinha 300 votos para votar antes da delação da JBS. A gente tem voto, a gente não tem é clima.” Para aprovar a proposta, o governo precisa de pelo menos 308 apoios na Câmara. Maia disse que, hoje, o número de parlamentares que votariam favoráveis à medida é de 150 a 200.

A dificuldade de Temer na reforma da Previdência, acrescentou Maia, aumenta por causa de “equívocos” na articulação durante a primeira denúncia. Ele citou a sinalização que Temer fez para a candidatura do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), à Presidência da República em detrimento do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Eleições. Negando ser candidato a presidente ou a governador do Rio de Janeiro em 2018, Maia disse que seu propósito é buscar um nome para concorrer à Presidência da República pelo DEM. Mais uma vez, ele acenou para João Doria, mesmo falando que não vai trabalhar para tirar o prefeito do PSDB. “Se a decisão do DEM for não disputar (…), teremos o maior prazer de apoiar o Doria se o Doria for candidato.” O deputado afirmou que, entre os tucanos, Alckmin tem a preferência para viabilizar sua candidatura e que o DEM precisa buscar alguém com um perfil mais “jovem”, entre 50 e 55 anos. O prefeito da capital paulista tem 59 anos e o governador, 64.

Reforma política. Diante da tentativa de aprovar mudanças para o sistema eleitoral em tempo hábil para as eleições do ano que vem Maia disse que o Congresso não tem condições de aprovar um fundo eleitoral superior a R$ 800 milhões para 2018. Uma das propostas viáveis, citou, é reduzir de 20% para 5% a verba de parte do fundo partidário que vai para as fundações dos partidos em ano eleitoral e destinar o recurso para a campanha. Entre as mudanças constitucionais, ele acredita que será possível apenas criar uma cláusula de desempenho e acabar com as coligações em 2020.(R7)

Tadeu escuta comunidade médica no Conselho Federal de Medicina (CFM)

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O deputado federal Tadeu Alencar (PSB/PE) participou nesta quinta-feira (22) de um debate com os representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), na sede da autarquia, em Brasília. O deputado foi convidado pelo CFM para falar sobre o cenário político brasileiro e debater os principais temas que estão em pauta no Congresso Nacional, incluindo os de interesse da comunidade médica.

Na ocasião, Tadeu foi apresentado ao corpo de conselheiros federais e conheceu os projetos em tramitação na Câmara e no Senado Federal cujo conteúdo se relaciona ao exercício da Medicina e à oferta de assistência em saúde aos cidadãos.

Em sua fala, ele destacou a importância da articulação de entidades como o Conselho Federal de Medicina na formulação e implementação de projetos que, ao final, tragam avanços para a sociedade brasileira.

“O problema do Brasil é tão complexo que depende de uma pactuação de muitos – muitos partidos, muitas pessoas, muitas instituições – para solucioná-lo. E uma saída inteligente, honesta e eficaz é justamente o que estamos fazendo neste momento, discutindo aqui abertamente o que interessa ao setor e ao País”, elogiou.

O presidente do CFM, Carlos Vital, apresentou a Tadeu Alencar uma síntese da atuação da autarquia, o seu papel constitucional, técnico-científico, político e social, além de apontar o posicionamento do setor médico em relação aos temas nacionais em debate no Congresso Nacional.

Ele aproveitou a ocasião para elencar os pleitos da comunidade médica, a exemplo dos riscos à integridade física aos quais os profissionais são submetidos, a revalidação de diplomas, a abertura desenfreada de cursos de medicina e a acreditação de escolas médicas. “Defendemos nossos pontos de vista, mas abrimos espaços para diversas vozes”, afirmou Vital, primeiro pernambucano a presidir o CFM.

(Fotos: Chico Ferreira/PSB)

Segurança: Drama dos pernambucanos não é ação eleitoreira

SEGURANÇA: DRAMA DOS PERNAMBUCANOS NÃO É AÇÃO ELEITOREIRA

A Bancada de Oposição da Assembleia Legislativa de Pernambuco lamenta profundamente a postura do governador Paulo Câmara, de reduzir o drama enfrentado pela população a uma acusação de postura eleitoreira da Bancada de Oposição. Não admitimos que os mais de 12 mil assassinatos nos 32 meses de vossa gestão sejam tratados desta forma, nem tampouco os quase 85 mil casos de roubos e assaltos, os mais de 20 mil casos de violência contra mulher, nem os mais de 1.300 registros de estupros.

O que o governador do Estado classifica de ação eleitoreira, na verdade é o drama vivido no dia a dia por milhões de pernambucanos, do litoral ao sertão. A preocupação com a violência é comum também ao setor produtivo, à OAB-PE, o Ministério Público, ao sociólogo José Luiz Ratton (um dos criadores do Pacto pela Vida), além de outras entidades da sociedade civil. O Tribunal de Justiça de Pernambuco, por exemplo, relembrou em nota recente que Pernambuco foi responsável por metade do aumento da criminalidade registrado no País registrado este ano, enquanto estamos vizinhos como a Paraíba e a Bahia apresentam queda nos índices de homicídios. Estariam todos com ação eleitoreira?

Diferentemente do que afirma o governador à imprensa, a escalada da violência é reflexo da forma como a segurança é tratada em sua gestão.  Desde de 2004 acumulamos um déficit de 7.500 policiais na Polícia Militar. De acordo com dados do Portal da Transparência e da Lei Estadual 12.544/2004, que fixava em 26.865 policiais o efetivo da Polícia Militar em Pernambuco. Hoje, este mesmo efetivo é de 19 mil – já incluindo os 1,5 mil policiais que concluíram o curso de formação esta semana e sem contabilizar os 1.576 militares já com previsão de aposentadoria a partir dos próximos meses. Será que essa lei e os dados do portal da transparência do Estado também são eleitoreiros?

A Bancada de Oposição vem tratando deste tema e cobrando ações emergenciais desde o início da atual gestão. Solicitamos audiências com o governador, assento para a Assembleia Legislativa no comitê gestor do Pacto pela Vida, instalação de Gabinete de Crise, convocação da Força Nacional, entre outras medidas. Mas, infelizmente, tivemos apenas o silêncio como resposta.

Esperamos que, agora que o governador Paulo Câmara resolveu romper o silêncio, que o Governo do Estado tenha o equilíbrio e a responsabilidade necessária para compreender e agir, de maneira enérgica e estrategicamente, para tirar o Estado desta grave crise. Que se faça um amplo debate com toda a sociedade pernambucana, retome o diálogo com os profissionais de segurança e envolva os municípios na construção de uma saída, pois o povo pernambucano não pode continuar refém do medo e da insegurança.

Nós, da Bancada de Oposição, estamos à disposição, como sempre estivemos, para ajudar a construir uma saída para essa preocupante realidade. Se alguém tem a intenção de eleitoralizar esse debate, não somos nós.

Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco

Adalberto Cavalcante deixa o PTB e se filia no Avante

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O Avante, novo partido, acolheu, ontem, o deputado federal e candidato à reeleição, Adalberto Cavalcanti (ex-PTB), uma das lideranças políticas do Sertão do São Francisco. Ex-prefeito de Afrânio, por dois mandatos (2000 e 2004), ex-deputado estadual (2010), nas eleições de 2014 Adalberto foi eleito deputado federal.

O seu ingresso foi oficializado em reunião conduzida pelos também deputados federais, Sílvio Costa (PE) e Luis Tibé (MG), respectivamente presidentes estadual e nacional do partido. (Blog do Magno)

Temer, Cunha e Alves desviaram R$ 250 milhões da Caixa, diz Funaro

Apontado como operador da cúpula do PMDB, o empresário Lucio Funaro fez novas revelações que complicam ainda mais os líderes do partido; em sua delação, Funaro diz que o grupo político formado por Michel Temer, Eduardo Cunha e Henrique Alves recebeu cerca de R$ 250 milhões em propinas oriundas de créditos da Caixa Econômica Federal, repassados pelas vice-presidências de Pessoa Jurídica e Fundos de Governo e Loterias; as duas áreas foram controladas pelo PMDB e comandadas por Geddel Vieira Lima e Fábio Cleto; Funaro disse que Cunha funcionava como um “banco de propina” para deputados e, depois, virava o “dono” dos mandatos de quem era beneficiado.

Em sua delação premiada, o empresário Lúcio Bolonha Funaro afirmou que o grupo político formado por presidente Michel Temer e pelos ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Alves recebeu cerca de R$ 250 milhões em propinas decorrentes de créditos da Caixa Econômica Federal, repassados pelas vice-presidências de Pessoa Jurídica e Fundos de Governo e Loterias. As duas áreas foram controladas pelo PMDB e comandadas por Geddel Vieira Lima e Fábio Cleto. Operador financeiro do partido, Funaro disse que Cunha funcionava como um “banco de propina” para deputados e, depois, virava o “dono” dos mandatos de quem era beneficiado.

O doleiro afirmou não saber exatamente o valor da propina repassada a Cunha, “mas sabe que este sempre distribuía parte da propina recebida com Henrique Eduardo Alves e Michel Temer, fora outros deputados aliados”.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima ocupou o cargo na Caixa entre 2011 e 2014. Segundo Funaro, apenas na área de Geddel o grupo liberou entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões para empresas em troca de vantagens. Um valor igual ou superior a este teria sido liberado pelo setor comandado por Cleto. Funaro disse que Geddel recebeu, sozinho, no mínimo R$ 20 milhões e continuou a operar mesmo depois de deixar o cargo, até fevereiro de 2015.

Para o Grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, relatou Funaro, foram liberados cerca de R$ 3,04 bilhões em troca de propinas. Foram R$ 1,35 bilhão para a holding J&F e o restante para empresas do grupo — R$ 200 milhões para a Vigor, R$ 250 milhões para a Flora e R$ 300 milhões em crédito para exportação para a Eldorado, além de R$ 940 milhões de debêntures adquiridas.(247)

Nome da deputada Roberta Arraes(PSB) começa a ganhar destaque em Lagoa Grande

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O nome da Deputada  Estadual Roberta Arraes do PSB, nos últimos meses vem notoriamente ganhando destaque em Lagoa Grande no sertão de Pernambuco.

Após conquistar o apoio da vereadora e presidente do legislativo Iara Evangelista(PSB) e do ex vereador Joaquim da Rocinha(PV) o nome da deputada vem se fortalecendo a cada dia.

Roberta poderá está conseguindo mais uma importante aquisição na  sua base em Lagoa Grande, que o apoio do vereador Vavá também do PSB.

Neste domingo(17), já observamos que o Vereador Vavá, um defensor e apoiador do esporte,  já exibiu uma destacada faixa com o nome da deputada em apoio ao campeonato de bairro que está sendo realizado com o apoio do referido vereador.

Por enquanto, mesmo sem nenhum compromisso declarado, a deputada Roberta Arraes mostra interesse em estar defendendo e apoiando a mesma bandeira do vereador Vavá em Lagoa Grande.

Vereador Vavá diz que prefeito Vilmar Cappellaro está voltado para Petrolina

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Para o vereador da oposição  Vavá(PSB), o prefeito Vilmar Cappellaro não está com atenção voltada para Lagoa Grande onde foi eleito pela maioria da população e deveria ter uma outra visão.

“Como se diz um gestor de visão, um gestor empresarial, eu achei que realmente ele fosse ter essa visão, mas infelizmente como ele tá voltado pra Petrolina”, dispara Vavá.

O vereador disse isso justificando que o prefeito Vilmar  Cappellaro não mora em Lagoa Grande e sim em Petrolina.

“Se ele mora em Petrolina ele não vai senti a dor dos Lagoagrandense e é por isso que acontece a Vinha Fest”, frisa Vavá.

O vereador disse ainda que o que está sendo feito no município foram ações deixadas encaminhadas pela gestão do ex prefeito Dhoni Amorim através de emendas deputados aliados.