
A população de Lagoa Grande vive momento de grande incerteza.
De um lado um governo cheio de altos e baixos, com baixos(falhas) que ganharam destaque em toda região do Vale do São Francisco, e até a nível estadual. Vendo um município que com a ilustre desculpa de economizar, arrocha a o máximo a sua folha, e menospreza as necessidades da população.
E de outro lado uma oposição que bate cabeça desde os primeiros dias de governo, não se acerta para começar os trabalhos que lhe cabem. Alguns vereadores de oposição tentam cobrar de forma isolada e descoordenada, em alguns casos específicos surti um certo efeito, em geral paliativo. Mas a falta de organização dessa oposição é para muitos a causa também da mal gestão praticada pelo chefe do executivo, pois “um governo sem oposição, faz os desmandos que quiser”.
E no meio dessa turbulência e incerteza vivida pela população, surge duas ilhas de sensatez.
Uma delas o vereador Fernando Angelim (PPS), que mesmo compondo a base governista, vem fazendo duras críticas a pasta do governo que e mais criticada pela população. Com duras críticas e discursos inflamados vem incomodado bastante, e faz com que a população o veja como uma das ilhas de sensatez nesse mar revolto.
A segunda figura, mas de forma alguma menos importante, e a do ex-vereador Joaquim da Rocinha. Que segundos alguns relatos têm feito muito o trabalhado de bastidor, e dialogando diretamente com a população para saber os seus anseios e necessidades. E também recai sobre ele a ótima gestão feita por sua filha a frente da presidência da Câmara, sem tirar é claro os méritos devidos, e nem menosprezar a capacidade da Vereadora Iara Evangelista.
A população se vê perdida em meio a esse mar revolto, turbulento e cheio de incertezas, mas por sorte tem achado nessas ilhas de sensatez porto seguro, para que suas necessidades sejam respeitadas e valorizadas.
