Ambulâncias de Lagoa Grande ficam sem macas devido à superlotação hospitalar

A frota de ambulâncias do município de Lagoa Grande no Sertão de Pernambuco, tem enfrentado recentemente um problema crítico: a falta de macas para novos atendimentos. A situação ocorre porque os equipamentos acabam sendo retidos em unidades hospitalares que recebem os pacientes por não haver leitos disponíveis.

De acordo com a secretária de Saúde, Ana Araújo, as macas ficaram nos hospitais para servir, de forma improvisada, como leitos diante da alta demanda. “As macas, elas ficam retidas com os pacientes para ser usadas como leitos”, explicou.

Ainda segundo a gestora, a equipe da Secretaria de Saúde entrou em contato com a regional responsável e conseguiu recuperar parte das macas que já estavam liberadas, amenizando temporariamente o problema.

Ana Araújo destacou que essa não é uma realidade isolada. “Infelizmente, essa problemática acontece com todos os municípios, que têm suas macas retidas nas unidades de saúde”, afirmou.

A situação evidencia a sobrecarga no sistema de saúde, especialmente na disponibilidade de leitos hospitalares, o que acaba impactando diretamente o atendimento de urgência e emergência nos municípios.

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