Pernambuco reconhece novos mestres da cultura popular como Patrimônios Vivos

O Governo de Pernambuco definiu os dez novos Patrimônios Vivos do estado, após decisão do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC). Foram contemplados nomes e grupos de diversas regiões, como Teco Agamenon (Triunfo), Terreiro de Mãe Amara (Recife), Mestre João Paulo (Nazaré da Mata), Barracão Mãe Nadja (Recife), Gres Preto Velho (Olinda), Maracatu Cruzeiro do Forte (Recife), Mestra Di (Olinda), Família Vitalino (Caruaru), Mestre Zé Negão (Camaragibe) e Juliana Pankararu (Jatobá). Com as novas inclusões, Pernambuco passa a contar com 125 Patrimônios Vivos oficialmente reconhecidos, abrangendo manifestações como maracatu, coco, capoeira, religiosidades de matriz africana e saberes indígenas.

A entrega dos títulos será realizada no dia 17 de agosto, durante a abertura da 19ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural, data que também marca o Dia do Patrimônio Cultural. Os selecionados passam a receber uma bolsa mensal vitalícia e assumem o compromisso de atuar na preservação e transmissão de seus conhecimentos por meio de atividades educativas promovidas pelo Estado. A edição de 2026 registrou 205 inscrições, o maior número desde a criação do concurso, em 2002, e contou com novidades no processo de inscrição, como a possibilidade de envio de candidaturas em formato de vídeo, ampliando o acesso ao edital.

FalaPE

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *