Vereadora Edneuza Lafaiete declara apoio a Ítalo Ferreira para eleição da mesa diretora da Casa Zeferino Nunes em Lagoa Grande

A disputa pela presidência da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Lagoa Grande, no Sertão de Pernambuco, ganha novos capítulos. Após declarar publicamente seu voto no presidente Lula neste domingo(25), a vereadora Edneuza Lafaiete também através ee suas redes sociais, tornou público seu posicionamento em relação à eleição do Legislativo municipal, declarando apoio à candidatura do vereador Ítalo Ferreira para a presidência da Casa Zeferino Nunes no biênio 2027/2028.

“Sou vereadora no estado de Pernambuco e também tenho o privilégio de votar em dois presidentes esse ano, voto no presidente Lula e também vou votar no presidente da Câmara de vereadores, Ítalo de Vilma“, cravou a vereadora Edneuza Lafaiete.

A declaração de Lafaiete reforça a articulação política em torno do nome de Ítalo, que vem reunindo apoios entre os parlamentares da Casa. Com a adesão da vereadora, o grupo contabiliza dos 11 vereadores da casa, sete votos declarados e, ainda também contam com o apoio do vereador licenciado Ademar Nonato, atual secretário municipal de Infraestrutura.

Além da recém chegada a base de Ítalo,  Edneuza Lafaiete, integram o grupo de apoio os vereadores Joaquim da Rocinha, Rosa Farias, Pipi de Almir Leite, Augusta Borges e Josafá Pereira, que vêm reafirmando apoio à candidatura de Ítalo Ferreira.

Eleição aguarda definição de data

Enquanto a articulação avança, a eleição ainda não tem data oficialmente anunciada. A expectativa é de que o atual presidente da Câmara, vereador Mantena (PSD), que não deverá entrar na disputa pelo cenário apresentado, o mesmo divulgue nos próximos dias o calendário para a votação que definirá a composição da Mesa Diretora para o próximo biênio.

Nos bastidores políticos, a movimentação em torno de Ítalo Ferreira mantém a disputa em evidência. Diante dos apoios declarados, a definição dos próximos passos depende agora da convocação oficial da eleição.

 

 

Eleição 2026: Lula e Flávio Bolsonaro disputam votos de brasileiros no exterior; resultados variam entre países

Votação no exterior registra diferenças entre os dois candidatos no segundo turno da eleição presidencial deste domingo (25)

A disputa pela Presidência da República entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) também movimenta os brasileiros que vivem no exterior neste domingo (25 de outubro de 2026), data do segundo turno das eleições presidenciais.

Os primeiros resultados divulgados em diferentes países apontam diferenças expressivas na distribuição dos votos entre os dois candidatos. Enquanto Lula aparece à frente em países como Austrália, Nova Zelândia, China, Singapura e Coreia do Sul, Flávio Bolsonaro registra maioria no Japão, nas Filipinas e na Indonésia.

No Japão, Flávio Bolsonaro obteve 80,08% dos votos válidos, contra 19,92% de Lula. Já na Nova Zelândia, Lula alcançou 80,54%, enquanto Flávio registrou 19,46%.

Na Austrália, Lula somou 63,46% dos votos, contra 36,54% de Flávio. Na China, o petista obteve 73,67%, enquanto o candidato do PL registrou 26,33%.

Em Singapura, Lula alcançou 63,77% dos votos válidos, contra 36,23% de Flávio. Na Coreia do Sul, o resultado foi de 64,35% para Lula e 35,65% para o candidato do PL.

Por outro lado, Flávio Bolsonaro registrou 59,09% nas Filipinas e 60,53% na Indonésia, superando Lula nesses dois países.

Votação no exterior

Os resultados divulgados mostram que a preferência do eleitorado brasileiro residente fora do país varia conforme a localidade. Os números por país, entretanto, não representam necessariamente o resultado geral da votação no exterior nem o cenário nacional.

A apuração ocorre de acordo com o encerramento da votação em cada localidade, considerando os diferentes fusos horários. Por isso, os percentuais podem ser atualizados à medida que novos boletins são divulgados.

A eleição deste domingo define a disputa presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro em um cenário de forte polarização política no Brasil.

 

Pesquisas divulgadas neste sábado apontam disputa acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro na véspera da eleição

Levantamentos mostram diferença estreita entre os candidatos no segundo turno, marcado para este domingo (25)

As pesquisas de intenção de voto divulgadas neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, apontam uma disputa acirrada entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Os levantamentos divulgados por diferentes institutos mostram percentuais próximos entre os dois candidatos nos votos válidos, indicando um cenário de forte competitividade na reta final da campanha.

Entre os resultados apresentados, Datafolha e Quaest registraram 51% para Flávio Bolsonaro e 49% para Lula. Na pesquisa CNT/MDA, Flávio aparece com 50,7%, contra 49,3% do candidato petista. Já o levantamento BTG/Nexus indica 50,5% para Flávio e 49,5% para Lula. Na pesquisa Futura, os números são de 50,1% e 49,9%, respectivamente. O instituto Veritá apresentou 51,56% para Flávio Bolsonaro e 48,44% para Lula.

Os percentuais correspondem aos votos válidos, cálculo que desconsidera os votos brancos e nulos e é utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado da disputa.

Margem de erro exige cautela na interpretação

Apesar das diferenças numéricas registradas pelos institutos, é necessário considerar as margens de erro de cada levantamento. Em pesquisas eleitorais, diferenças pequenas podem não representar uma vantagem estatisticamente significativa.

Os resultados refletem as intenções de voto dos eleitores entrevistados no período de realização de cada pesquisa e não representam uma previsão definitiva do resultado das urnas.

Eleitores vão às urnas neste domingo

O segundo turno está marcado para este domingo (25), quando os eleitores irão às urnas para escolher o próximo presidente da República.

Com a divulgação das últimas pesquisas, a expectativa se concentra na votação e na apuração oficial da Justiça Eleitoral, que determinará o resultado da disputa.

 

Em debate mais civilizado do que o primeiro, Lula vence Flávio por pontos

Por Igor Gielow
Da Folha de S.Paulo

Como já lembrava Sigmund Freud em “Totem e Tabu” (1913), nada como um pouco de regras para tornar uma sociedade civilizada. O mesmo se aplica a debates.

A opção pelo vale-tudo de saída no primeiro encontro entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) na Band, domingo passado (18), levou a um desastre de escopo ainda insondável na intenção de voto dos líderes da disputa presidencial brasileira deste ano.

Na noite de ontem (23) na TV Globo, o formato adotado enquadrou os dois candidatos e ofereceu um vislumbre de embate de ideias para os vitais pontos percentuais a serem pescados entre eleitores indecisos e pendulares na disputa.

Sem a gritaria e a ausência de respostas do confronto anterior, Lula levou vantagem sobre o senador fluminense. Não saiu, contudo, sem arranhões. Já no primeiro bloco, o presidente deixou o candidato do PL desconfortável ao questioná-lo sobre o valor do salário mínimo, um truque tão velho quanto a política. Flávio aparentou nervosismo, retomando algum controle quando o tema era a produção do agro no Centro-Oeste.

O filho de Jair Bolsonaro ainda escorregou ao citar os nove dedos da mão de Lula, remetendo às conversas dos hoje governador e senador eleitos pelo Paraná Sergio Moro e Deltan Dallagnol, soldados do bolsonarismo paranaense.

Foi um dos momentos em que Flávio afetou preconceito, como quando sugeriu que Lula estava surdo — no debate anterior, o etarismo foi ainda mais explícito. O petista ainda faturou em cima com um direito de resposta, mas deixou o rival enfileirar outros “pedidos de desculpa”.

Ao entrar na árida seara das contas públicas, provavelmente o ponto mais frágil da gestão de Lula 3, o senador conseguiu deixar Lula contra a parede.

Ao questionar a questão da evolução da dívida pública, o senador ouviu do presidente uma questão sobre a necessidade de ter o Banco Central independente. Levantou a bola: o BC autônomo serve para segurar abusos do Executivo na área fiscal, evitando escaladas inflacionárias.

Ao buscar faturar em cima do momento, Flávio voltou ao tema controverso do congelamento de dívidas das famílias, o que remonta ao ruinoso Plano Collor.

O melhor para Lula veio depois: a segurança pública. A campanha de Lula trouxe a mãe da menina Ana Clara, cujo assassino foi um policial defendido por Flávio como advogado, para o debate.

A carta foi sacada no terceiro bloco, quando o presidente trouxe o caso pessoal do senador com a menina, engatando com a lembrança das relações de Flávio com milicianos do Rio. O presidenciável do PL perdeu o rumo, repetindo clichês.

Ao final do encontro, Flávio saiu-se ainda pior. O senador voltou à prática de não responder a questões, prática do debate na Band, quando foi questionado sobre o caso da ilha que o jogador Richarlison disse ter sido tomada pelo senador.

“Eu sinceramente cansei de fazer perguntas para esse rapaz”, reagiu o presidente, quando Flávio ainda citou um uísque de “meio milhão de reais”, algo que parece algo bastante ilusório, que teria sido dado pelo mesmo Daniel Vorcaro (Banco Master) a quem o senador pediu R$ 134 milhões para supostamente financiar o filme hagiográfico do pai.

O presidente ainda lembrou do passeio de barco com lobistas de vacinas e garotas de programa, caso revelado pela revista piauí. O desafio dos sigilos foi reforçado, com Lula tentando colar o rótulo de ladrão no rival. Já Flávio pareceu perdido na repetição de críticas passadas, mal aproveitando o caso Lulinha, apenas ao final da noite.

Se a troca de acusações teve seus momentos acalorados e o impacto do debate sobre os indecisos e pendulares é incerto, é possível dizer que Lula saiu vencedor por pontos — nocaute é algo que está distante desse tipo de encontro.

Nove pesquisas eleitorais têm divulgação prevista neste sábado e devem movimentar disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro

Este sábado (24 de outubro) é marcado pela expectativa de divulgação de novas pesquisas de intenção de voto sobre a disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

De acordo com informações divulgadas pela imprensa nacional, nove levantamentos de diferentes institutos estão previstos para o dia, incluindo pesquisas da CNT/MDA, Quaest, Nexus/BTG Pactual, Datafolha, AtlasIntel, Palver, Veritá, Colectta e Instituto França.

Os resultados poderão apresentar diferentes recortes do eleitorado e metodologias, contribuindo para o acompanhamento do cenário eleitoral neste período decisivo.

Horários de divulgação

Entre os levantamentos previstos, a pesquisa CNT/MDA tem divulgação indicada para as 11h. Já os horários atribuídos aos demais institutos variam conforme a programação informada por veículos de comunicação, e nem todos têm horário confirmado.

É importante destacar que os horários podem sofrer alterações e que a previsão de divulgação não significa, necessariamente, que o resultado estará disponível no horário inicialmente anunciado.

Onde consultar os resultados?

Os registros oficiais das pesquisas eleitorais podem ser consultados no sistema PesqEle, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do endereço:

https://pesqele-divulgacao.tse.jus.br/

A divulgação dos levantamentos deve permitir acompanhar as intenções de voto registradas pelos institutos. Os números precisam ser analisados considerando a data de realização das entrevistas, a margem de erro, o nível de confiança, a metodologia e o perfil dos entrevistados.