Agricultores protestam em Lagoa Grande(PE) contra Reserva Tatu-Bola e cobram mudanças nas regras ambientais

Agricultores e produtores rurais realizaram na manhã desta terça-feira (07), uma manifestação contra o modelo da Reserva da Vida Silvestre Tatu-Bola e as multas e embargos aplicados a propriedades rurais.

O protesto provocou a interdição temporária da ponte que liga Lagoa Grande a Petrolina na BR-428, causando congestionamento nos dois sentidos da via.

Durante o ato, os manifestantes defenderam a revogação do decreto da reserva, o cancelamento de multas aplicadas pelo ICMBio e Ibama, além da ampliação do acesso ao crédito rural e de maior participação das comunidades nas decisões relacionadas às políticas ambientais.

A manifestação foi organizada pela Associação Comunitária dos Campesinos Afetados pela Reserva da Vida Silvestre Tatu-Bola, que representa produtores rurais dos três municípios atingidos pela reserva; Petrolina, Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista e afirma que as atuais restrições têm prejudicado a atividade agrícola e a renda de centenas de famílias da região.

Com o ato pacífico, a Polícia Rodoviária Federal esteve acompanhando a manifestação assim como, a Polícia Militar e o trânsito foi liberado logo após o meio dia.

O protesto foi encerrado em frente a Prefeitura Municipal de Lagoa Grande, chamando atenção da prefeita Catharina Garziera para buscar resolver o problema junto a governadora Raquel Lyra. A prefeita não se encontrava na  prefeitura devido está cumprindo agenda em Recife.

Agricultores afetados pela Reserva Tatu Bola farão mobilização nesta terça (07) na Ponte que liga Lagoa Grande a Petrolina na BR-428

UC criada para proteger o habitat do ameaçado tatu-bola nunca saiu do papel. Crédito: Edson Silva/Folhapress

Produtores rurais, entidades representativas e agricultores de Lagoa Grande, no Sertão de Pernambuco, estão organizando uma grande mobilização para esta terça(07). O ato será realizado na ponte da BR-428, que liga o município de Lagoa Grande a Petrolina, com o objetivo de chamar a atenção das autoridades para os impactos provocados pela Reserva Tatu-Bola na região.

De acordo com os organizadores, a manifestação busca reunir agricultores que alegam estar sendo prejudicados por restrições ambientais, além de produtores que afirmam ter recebido multas e embargos de órgãos fiscalizadores, como o Ibama. O movimento defende a revisão das medidas que, segundo os participantes, têm dificultado a continuidade das atividades agrícolas em áreas afetadas pela reserva.

Com o slogan “Paralisação Revoga Tatu-Bola”, os organizadores destacam que a agricultura é uma das principais bases da economia regional e sustentam que as restrições impostas têm gerado preocupação entre famílias que dependem diretamente da produção rural para garantir renda e sustento.

A mobilização conta com o apoio de entidades ligadas ao setor rural, entre elas o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Lagoa Grande (CMDRS), a Associação dos Agricultores e Criadores Atingidos pela Reserva Tatu-Bola (ASCCAMP/RVS) e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Lagoa Grande.

Segundo a organização, o protesto pretende reunir agricultores de diversas comunidades do município e de cidades vizinhas para reivindicar maior diálogo com os órgãos ambientais e buscar alternativas que conciliem a preservação ambiental com a produção agrícola. Os participantes defendem que a atividade rural é fundamental para a geração de emprego, renda e segurança alimentar na região.

A expectativa é de que a mobilização reúna um grande número de produtores rurais, lideranças comunitárias e representantes de entidades do setor, fortalecendo o debate sobre os impactos das restrições ambientais e os desafios enfrentados pelos agricultores sertanejos.

 

Agricultores de Lagoa Grande convocam mobilização contra impactos da Reserva Tatu-Bola

UC criada para proteger o habitat do ameaçado tatu-bola nunca saiu do papel. Crédito: Edson Silva/Folhapress

Produtores rurais, entidades representativas e agricultores de Lagoa Grande, no Sertão de Pernambuco, estão organizando uma grande mobilização para o dia 7 de julho de 2026. O ato será realizado na ponte da BR-428, que liga o município de Lagoa Grande a Petrolina, com o objetivo de chamar a atenção das autoridades para os impactos provocados pela Reserva Tatu-Bola na região.

De acordo com os organizadores, a manifestação busca reunir agricultores que alegam estar sendo prejudicados por restrições ambientais, além de produtores que afirmam ter recebido multas e embargos de órgãos fiscalizadores, como o Ibama. O movimento defende a revisão das medidas que, segundo os participantes, têm dificultado a continuidade das atividades agrícolas em áreas afetadas pela reserva.

Com o slogan “Paralisação Revoga Tatu-Bola”, os organizadores destacam que a agricultura é uma das principais bases da economia regional e sustentam que as restrições impostas têm gerado preocupação entre famílias que dependem diretamente da produção rural para garantir renda e sustento.

A mobilização conta com o apoio de entidades ligadas ao setor rural, entre elas o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Lagoa Grande (CMDRS), a Associação dos Agricultores e Criadores Atingidos pela Reserva Tatu-Bola (ASCCAMP/RVS) e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Lagoa Grande.

Segundo a organização, o protesto pretende reunir agricultores de diversas comunidades do município e de cidades vizinhas para reivindicar maior diálogo com os órgãos ambientais e buscar alternativas que conciliem a preservação ambiental com a produção agrícola. Os participantes defendem que a atividade rural é fundamental para a geração de emprego, renda e segurança alimentar na região.

A expectativa é de que a mobilização reúna um grande número de produtores rurais, lideranças comunitárias e representantes de entidades do setor, fortalecendo o debate sobre os impactos das restrições ambientais e os desafios enfrentados pelos agricultores sertanejos.

Joaquim da Rocinha sobe o tom cobrando mudança na Reserva do Tatu-Bola e diz que se o projeto não for enviado a Alepe, articulará movimento de protesto contra a governadora Raquel Lyra

Durante sessão na Casa Zeferino Nunes, em Lagoa Grande, o vereador Joaquim da Rocinha (PSD) voltou a defender os agricultores impactados pela Reserva do Tatu-Bola e fez duras cobranças ao Governo de Pernambuco. O parlamentar pediu celeridade no envio à Assembleia Legislativa do projeto que altera a categoria da unidade de conservação e afirmou que poderá liderar novas mobilizações caso a proposta continue sem avançar.

Ao comentar o protesto realizado na última semana em Petrolina, organizado pela Associação ASCAMP e produtores rurais da região, Joaquim afirmou que a manifestação teve como objetivo chamar a atenção das autoridades para as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores do campo.

“Eu sei que a gente causou um transtorno muito grande para quem trafegava ali na Ponte Presidente Dutra, muitas pessoas indo trabalhar ou para consultas, mas as pessoas precisam entender o sofrimento que os agricultores não só de Lagoa Grande, mas de todo o Nordeste estão passando”, declarou.

O vereador criticou as fiscalizações e penalidades aplicadas por órgãos ambientais, afirmando que produtores rurais vêm sendo prejudicados em áreas onde suas famílias vivem e trabalham há décadas.

“Os agricultores têm sido maltratados, têm sido enganados o tempo todo com essa reserva ambiental”, disse.

Joaquim ressaltou que defende a preservação ambiental, mas argumentou que é preciso buscar equilíbrio entre a proteção da natureza e o direito das famílias de permanecerem em suas propriedades.

“Eu sou um dos maiores defensores do meio ambiente, mas acredito que a gente precisa unificar duas coisas: a preservação do meio ambiente, mas acima de tudo a preservação do homem no seu estar”, afirmou.

Durante o pronunciamento, o parlamentar voltou a criticar o modelo atual da Reserva do Tatu-Bola, classificada como unidade de proteção integral. Segundo ele, as restrições impostas dificultam a permanência dos moradores e limitam atividades produtivas nas propriedades rurais.

De acordo com o vereador, após reuniões e debates realizados nos últimos anos, foi construída uma proposta para transformar a área em uma Área de Proteção Ambiental (APA) de uso sustentável, permitindo que os agricultores continuem morando, produzindo e preservando o meio ambiente. No entanto, ele afirmou que o projeto ainda não foi encaminhado pela governadora Raquel Lyra à Assembleia Legislativa.

“Infelizmente, até esse momento, a governadora não mandou esse projeto para a Assembleia Legislativa, que é onde precisa ser votado para mudar de categoria”, declarou.

O momento mais contundente do discurso ocorreu quando Joaquim afirmou que, mesmo sendo filiado ao mesmo partido da governadora, poderá liderar um novo movimento de protesto caso a situação permaneça sem solução.

“Sou do partido da governadora, mas se esse projeto não for enviado, eu mesmo vou ser um grande articulador para, no dia que ela estiver aqui no Sertão, a gente fazer um grande manifesto”, afirmou.

O vereador também criticou multas aplicadas a produtores por intervenções realizadas há mais de uma década e defendeu que os órgãos ambientais priorizem ações educativas e de orientação.

“O entendimento do produtor é que, se a lei obriga preservar 20% da propriedade, ele pode produzir nos outros 80%. Então é preciso orientar, explicar como deve ser feito, e não apenas multar”, argumentou.

Por fim, Joaquim relatou casos de propriedades embargadas e de produtores impedidos de utilizar suas áreas para criação de animais, classificando a situação como preocupante.

“Tem porteira lacrada dizendo que você não pode colocar um animal, e multa de R$ 5 mil por dia. A gente precisa abrir os olhos de quem está lá em Brasília para garantir o direito de quem trabalha dignamente na roça”, concluiu.

Vereador Joaquim da Rocinha volta a reivindicar a reforma do Parque de Feiras do Distrito de Jutaí

Durante a sessão da última quarta-feira (27), na Casa Zeferino Nunes, o vereador Joaquim da Rocinha(PSD) voltou a solicitar da Prefeita Catharina Garziera(MDB) a reforma do Parque de Feiras, Paulo Fernando Alencar Macedo no Distrito de Jutaí interior de Lagoa Grande. O parlamentar destacou a importância econômica e cultural do espaço para os agricultores, criadores e comerciantes da região.

Segundo Joaquim, a indicação para recuperação do local já havia sido apresentada no ano passado, mas a obra ainda não saiu do papel. O vereador afirmou que voltou a reforçar o pedido este ano e demonstrou expectativa para que o projeto seja tratado como prioridade pela Prefeitura.

“O Parque de Feiras de Jutaí é o coração postal do distrito. Toda quarta-feira a movimentação é grande, com agricultores comercializando animais, frutas, verduras e diversos produtos da agricultura familiar”, afirmou.

O parlamentar ressaltou que o espaço tem recebido cada vez mais movimentação, principalmente com o crescimento da caprinovinocultura na região. Joaquim destacou ainda que a procura por carneiros e borregos aumentou significativamente nos últimos meses, impulsionada também pelo funcionamento do abatedouro em Dormentes.

“Hoje o produtor consegue vender a carne por um preço muito valorizado. Isso fortalece a economia rural e gera renda para quem vive do campo”, destacou.

Joaquim da Rocinha defendeu que o poder público invista na modernização do parque, oferecendo mais estrutura, conforto e segurança para comerciantes e consumidores.

Ele sugeriu melhorias como reforma geral do espaço, construção de quiosques organizados e melhores condições de higiene e acomodação para os feirantes.

“Precisamos dar uma nova cara ao parque, criando um ambiente mais organizado, limpo e acolhedor para quem trabalha e para quem visita a feira”, pontuou.

Ao final da fala, o vereador reforçou o apelo à prefeita e às secretarias responsáveis para que a obra seja incluída entre as prioridades da gestão municipal.