Vereador Joaquim da Rocinha tem reunião com gerência do Banco do Brasil após falta de dinheiro nos caixas e, adianta expectativa de Jutai ter um representante do banco

Durante a sessão da Casa Zeferino Nunes desta terça-feira (12), o vereador Joaquim da Rocinha relatou aos parlamentares detalhes da reunião realizada com a vereadora Juciara Resende e a gerência do Banco do Brasil em Lagoa Grande para discutir os constantes problemas enfrentados pela população devido à falta de dinheiro e falhas nos caixas eletrônicos da agência.

Segundo o vereador, a reunião aconteceu de forma emergencial e teve como objetivo buscar esclarecimentos sobre a situação que vem causando transtornos aos moradores, especialmente aposentados e pessoas da zona rural.

Joaquim explicou que o gerente reconheceu a gravidade do problema e afirmou que a preocupação da direção do banco é a mesma da população. De acordo com o parlamentar, um dos caixas eletrônicos apresentou defeito técnico e, mesmo após a visita de dois especialistas, o problema ainda não foi solucionado.

“O gerente explicou que essa máquina é fabricada no Japão e que será necessário enviar informações para lá para que eles consigam identificar o defeito, porque nem os técnicos daqui conseguiram resolver”, destacou o vereador.

Sobre a falta de dinheiro nos caixas durante o último fim de semana, Joaquim informou que o gerente relatou ter solicitado abastecimento à instituição financeira, mas o transporte dos valores não foi realizado por questões de segurança. Ainda segundo ele, o banco recebeu novo abastecimento na segunda-feira e os caixas voltaram a funcionar normalmente.

Outro ponto destacado pelo vereador foi a informação de que o Banco do Brasil trabalha na construção de uma sede própria em Lagoa Grande, com o objetivo de oferecer uma estrutura mais adequada para atender a população do município.

Joaquim da Rocinha também comemorou a possibilidade de implantação de um representante bancário no distrito de Jutaí. Segundo ele, a medida poderá evitar que moradores precisem se deslocar até a sede do município apenas para sacar dinheiro ou pagar boletos.

“O gerente informou que já estaria entrando em contato com um comerciante de Jutaí para tentar implantar um representante do banco no distrito. Isso seria muito importante, principalmente para os aposentados que enfrentam dificuldades para viajar até Lagoa Grande”, afirmou.

“Recebi várias ligações de moradores reclamando que vieram sacar dinheiro e não conseguiram. Mas tivemos uma conversa muito aberta com o gerente e esperamos que tudo isso seja normalizado o mais rápido possível”, concluiu.

O vereador finalizou dizendo que seguirá acompanhando a situação e cobrando soluções para garantir mais tranquilidade à população.

Joaquim da Rocinha cobra soluções para problemas no atendimento do Banco do Brasil em Lagoa Grande e, mobiliza demais vereadores em defesa da população

A situação da agência do Banco do Brasil de Lagoa Grande no Sertão de Pernambuco, voltou a ser tema de debate na sessão da Casa Zeferino Nunes realizada nesta terça-feira(05), isso após inúmeras reclamações da população sobre a falta de dinheiro nos caixas eletrônicos e dificuldades no atendimento.

O vereador Joaquim da Rocinha(PSD) levantou a preocupação durante a sessão, destacando que moradores têm procurado o mesmo para denunciar os transtornos enfrentados, principalmente nos finais de semana e início de semana, quando os caixas frequentemente ficam sem dinheiro.

“Tem muitas pessoas, principalmente idosos e moradores da zona rural, que vêm até a cidade sacar seu dinheiro e não conseguem. Isso causa transtorno, prejuízo e revolta na população”, afirmou o parlamentar.

Joaquim também chamou atenção para a redução no quadro de funcionários da agência, situação que, segundo ele, vem afetando diretamente a qualidade do atendimento.

Durante o debate, a vereadora Juciara Resende(MDB) reforçou a preocupação com os aposentados que saem do interior para receber seus benefícios e acabam encontrando caixas sem funcionamento.

“É preocupante ver pessoas vindo da zona rural sem conseguir sacar o dinheiro da aposentadoria. Muitos retornam para casa sem resolver seus problemas”, destacou.

A vereadora Rosa Farias(PSD), também se pronunciou e relatou ter sido cobrada pela população dentro da própria agência bancária.

“Além da falta de dinheiro, vários caixas não estavam funcionando. Isso prejudica não apenas a população, mas também o comércio local, porque muita gente termina indo sacar em outras cidades e aproveita para fazer compras fora de Lagoa Grande”, comentou.

O presidente da Câmara Vereador Mantena(PSD), também demonstrou preocupação com a possibilidade de enfraquecimento da agência no município e defendeu uma mobilização conjunta para evitar que Lagoa Grande perca o Banco do Brasil.

Assim como, o vereador Professor Vavá(PT) que também reforçou os discursos sobre a situação da  agência bancária que segundo ele poderá até correr o risco de fechar, assim como tem acontecido em outras cidades.

Após os debates, Joaquim da Rocinha sugeriu a formação de uma comissão de vereadores para conversar diretamente com a gerência da agência e buscar soluções junto aos órgãos responsáveis.

“Precisamos agir unidos para defender os interesses da nossa população e garantir um atendimento digno para todos”, concluiu o vereador.

Novo Desenrola: Lula assina MP que lança programa para negociação de dívidas

Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira uma MP (medida provisória) que lança o programa de negociação de dívidas Desenrola 2.0, com quatro categorias de público (veja abaixo). A iniciativa oferece descontos entre 30% e 90% como incentivo para que devedores quitem débitos, além de contar com a liberação de até 20% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Em regra geral, terão direito ao programa brasileiros com renda de até 5 salários mínimos (R$ 8.105) e com dívidas de até R$ 15 mil.

Os interessados podem procurar os canais oficiais das instituições financeiras a partir desta terça-feira (5) para tratar a negociação.

Para garantir o pagamento das dívidas renegociadas, o governo utilizará o FGO (Fundo Garantidor de Operações), que cobre o risco dos bancos em caso de nova inadimplência.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, recursos do sistema “Valores a receber”, do Banco Central, também servirão de garantia às operações. Na prática, os valores não reclamados no sistema serão destinados ao FGO, ou seja, o modelo foca na liberação de crédito mediante o suporte do fundo.

“Com a garantia, se formos aportar — veja bem, um aporte em fundo garantidor, diferente de uma renúncia tributária, é uma despesa discricionária. A condição fiscal para fazê-lo é para que você cumpra a meta fiscal e a meta de resultado”, explicou o ministro do Planejamento, Bruno Moreti.

O governo informou que serão retirados 10% do saldo transferido, valor que ficará disponível para cobrir eventuais pedidos de resgate. Durigan ressaltou, ainda, que não há previsão de uma nova versão do programa em futuro próximo.

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Recorde de famílias endividadas

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, levantamento feito mensalmente pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), 80,4% das famílias brasileiras estão endividadas. Esse é o maior índice da série histórica feita pela entidade.

A pesquisa mais recente divulgada pela confederação é referente a março. Naquele mês, o índice de inadimplência no país foi de 29,6%, abaixo do recorde de 30,5% alcançado em setembro e em outubro de 2025.

Desenrola Brasil

O programa de renegociação de dívidas foi criado pelo governo federal em 2023 para recuperar condições de crédito. A iniciativa visou oferecer alternativas para quitar débitos, permitindo a retomada de poder de compra da população.

O foco foram as pessoas que ganham até dois salários mínimos ou que estão no CadÚnico.

A primeira fase do Desenrola ocorreu entre julho de 2023 a maio de 2024, beneficiando cerca de 15 milhões de pessoas com a negociação de R$ 53,2 bilhões em dívidas.

Além disso, segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa reduziu em 8,7% o índice de inadimplência entre a população mais vulnerável do país.

Ainda de acordo com a pasta, a média de descontos da fase inicial do Desenrola foi de 90% para pagamentos à vista e de cerca de 85% para os parcelados. O valor médio das operações foi de R$ 250 (à vista) e de R$ 1.031 nas renegociações a prazo.

R7

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

Dinheiro

O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.

O reajuste segue a projeção de 3,06% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento da economia em 2025, limitado ao crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.

Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.

O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.

Agência Brasil

Abono salarial PIS/Pasep 2026: novo lote é liberado; veja quem recebe

Imagem colorida de agência da Caixa

Um novo lote do abono salarial PIS/Pasep 2026 foi liberado nesta quarta-feira (15/4). Conforme o calendário oficial, começam a receber as pessoas elegíveis ao benefício e que nasceram nos meses de março e abril. Os valores são referentes ao ano-base 2024.

As datas de pagamento do benefício foram definidas pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A liberação segue até agosto, quando ocorre o último pagamento do ano.

De acordo com o cronograma oficial, os valores ficarão disponíveis para saque até o último dia útil do calendário bancário de 2026, em 29 de dezembro.

Caso o trabalhador não retire o dinheiro até essa data, os recursos retornam aos cofres públicos, mas ainda poderão ser solicitados dentro do prazo legal de até cinco anos.

A consulta ao abono salarial pode ser feita pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. Após atualizar o app, o trabalhador deve acessar a aba “benefícios”, selecionar “abono salarial” e clicar em “pagamentos”. Também é possível consultar as informações pelo Portal Gov.br ou pelo telefone 158, do Alô Trabalho.

Quem tem direito a receber o PIS/Pasep?

Têm direito ao abono trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e servidores públicos (Pasep) que, em 2024:

  • estavam cadastrados no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
  • trabalharam com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias, consecutivos ou não;
  • receberam remuneração média mensal dentro do limite estabelecido;
  • tiveram os dados corretamente informados pelo empregador ao governo federal, por meio da RAIS ou do eSocial.

Quanto é pago e onde sacar

O valor do abono é proporcional ao tempo de trabalho em 2024. Quem trabalhou os 12 meses recebe o equivalente a um salário mínimo. Já quem atuou por menos tempo, recebe de forma proporcional.

Os trabalhadores da iniciativa privada recebem o PIS pela Caixa Econômica Federal, enquanto os servidores públicos recebem o Pasep pelo Banco do Brasil.

O abono salarial é uma das principais políticas de complementação de renda para trabalhadores de baixa remuneração e segue regras definidas em lei, com pagamento anual conforme o calendário aprovado pelo Codefat.